“Quando o encontro fatal aconteceu pela primeira vez, eu tinha 12 anos”
Assim nós entramos no mundo da Rô Mierling e de seus Contos e Crônicas do Absurdo.
Primeiro conhecemos a sua história. Mas não pense naquela biografia padrão, não. Está mais para uma declaração de amor aos livros. Ela descreve seu primeiro amor, como quem conta um romance entre dois adolescentes que viverão felizes para sempre.
Cada linha, cada parágrafo, você descobre as idas e vindas desse amor. E, para quem tem o mesmo amor, também se reconhece nele. Quantos já não passaram por esse “encontro fatal”? A descoberta desse novo e diferente amor?
“A cada minuto do nosso dia, algo de bom pode acontecer, mas algo de terrível também pode bater a nossa porta.”

